A minha vida é uma viajem pelos horizontes mais longíquos onde, até hoje, ninguém conseguiu chegar.
quarta-feira, 15 de janeiro de 2014
Se for preciso..
sexta-feira, 10 de janeiro de 2014
terça-feira, 7 de janeiro de 2014
segunda-feira, 6 de janeiro de 2014
"Existem muitos Gages à nossa volta, pessoas cuja marginalização social é aflitivamente semelhante. (...) Precisamos de entender a natureza destes seres humanos cujas acções podem ser destrutivas para eles próprios e para outros se quisermos resolver humanamente os problemas que eles colocam. Nem a prisão perpétua nem a pena de morte (...) resolvem o problema. A verdade é que devemos aprofundar a pergunta e interrogar-nos sobre a nossa responsabilidade quando nós, que somos indivíduos «normais», caímos na irracionalidade que assinalou a derrota de Phineas Gage."
O erro de Descartes,
António Damásio
domingo, 5 de janeiro de 2014
E se...
"Será justo vivermos com um "se"? Carregando silenciosamente as palavras nunca proferidas embora tenhamos tido tantas oportunidades, tenhamos sentido tantas vezes vontade de dizê-las mas com a falta de coragem sempre a ser inspirada.
E se..
Se lhe tivesse abraçado e se lhe tivesse dito o quanto gostava dele (a), se lhe tivesse sorrido naquele dia em vez de tê-lo (a) ignorado; e se lhe tivesse feito frente; e se o (a) tivesse deixado; e se tivesse ficado com ele (a); e se lhe tivesse dito que precisava dele (a); e se tivesse seguido aquele caminho e se.. e se.. e se..
Será a vida comprida demais para culparmo-nos com o "e se"? Será que é ser egoísta demais por dizer tudo o que se sente, repetidas vezes, abraçar com toda a força alguém, dizer-te um "amo-te" ou um "obrigada por tudo" ou até um "gosto tanto tanto de ti" sem que estes caiam na rotina porque não sabemos qual o último momento em que estaremos com ela? Será demasiado egoísmo fazer o que realmente nos faz feliz, o que realmente nos faz sentir bem, estarmos com quem mais gostamos e dizendo-lhe sempre o que sentimos? Será egoísmo ser egoísta?
Bem, se for para ter esse tipo de egoísmo, que o tenha. Viver com o peso de aquela pessoa ter morrido sem saber o que sentia por ela, é que não. Não suportaria. As lágrimas, os abraços, os beijos nas testas, a vontade de estar com essa pessoa, as flores, as visitas, as palavras nunca ditas não são para serem ditas num caixão ou numa campa. São para serem ditas em vida."
E se..
Se lhe tivesse abraçado e se lhe tivesse dito o quanto gostava dele (a), se lhe tivesse sorrido naquele dia em vez de tê-lo (a) ignorado; e se lhe tivesse feito frente; e se o (a) tivesse deixado; e se tivesse ficado com ele (a); e se lhe tivesse dito que precisava dele (a); e se tivesse seguido aquele caminho e se.. e se.. e se..
Será a vida comprida demais para culparmo-nos com o "e se"? Será que é ser egoísta demais por dizer tudo o que se sente, repetidas vezes, abraçar com toda a força alguém, dizer-te um "amo-te" ou um "obrigada por tudo" ou até um "gosto tanto tanto de ti" sem que estes caiam na rotina porque não sabemos qual o último momento em que estaremos com ela? Será demasiado egoísmo fazer o que realmente nos faz feliz, o que realmente nos faz sentir bem, estarmos com quem mais gostamos e dizendo-lhe sempre o que sentimos? Será egoísmo ser egoísta?
Bem, se for para ter esse tipo de egoísmo, que o tenha. Viver com o peso de aquela pessoa ter morrido sem saber o que sentia por ela, é que não. Não suportaria. As lágrimas, os abraços, os beijos nas testas, a vontade de estar com essa pessoa, as flores, as visitas, as palavras nunca ditas não são para serem ditas num caixão ou numa campa. São para serem ditas em vida."
sábado, 4 de janeiro de 2014
Subscrever:
Comentários (Atom)


