sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

As emoções

"As emoções não são um luxo. Funcionam como guias internos e ajudam-nos a transmitir aos outros certos sinais que também podem guiar os seus comportamentos. As emoções não são intangíveis. (...) É o resultado de uma curiosa conciliação fisiológica com a qual o cérebro se transformou num público atento. (...) As emoções permitem-nos entrever o organismo em plena actividade biológica, vislumbrar os mecanismos da própria vida embrenhados nas suas tarefas. Não fora a possibilidade de nos apercebermos de estados corporais que são, inerentemente, dolorosos ou agradáveis, não haveria sofrimento ou felicidade, saudade ou compaixão, tragédia ou glória na condição humana."

O erro de Descartes,
António Damásio

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Docinha..

"Estive para oferecer umas gomas ao meu pai, mas ele é diabético"
"A sério, há quanto tempo?"
"Desde os 40 anos"
"Oh desde que nasceste, é normal.. Para ter uma filha docinha como tu, só poderia ficar diabético"

JM

Não hei-de ficar babada.

domingo, 3 de novembro de 2013

Lindo

"Antes de ti, a minha vida sentimental dava um rolo de papel higiénico"

JM

Não te esqueças


"O cérebro humano é capaz de armazenar milhares de memórias que englobam gestos indispensáveis ao dia-a-dia, lembranças de caras e lugares, palavras, coordenadas, isto num aparente caos de sinapses e electricidade mas onde tudo tem o seu lugar e onde parece caber sempre mais qualquer coisa. Perante isto, saber que se caiu no esquecimento de alguém deve ser das coisas mais tristes que podemos experimentar e sentir. A irrelevância perante a memória do outro, a noção de que não marcámos, que nada mudámos. É como se não tivéssemos existido.

“Não te esqueças de mim” é uma das expressões mais carregadas de significado que conheço. Está para mim a par dum “tenho saudades tuas” ou um “amo-te”, talvez, porque consegue encerrar em si tanto de tudo do que as outras expressões são. Não é a qualquer um que pedimos para não ser esquecidos, por norma, só o pedimos a dois tipos de pessoas: às que amamos muito e às que detestamos muito. Às primeiras, as amadas, pedimos para ser lembrados pois em nós, já sabemos que elas vão existir para sempre, independentemente dos anos, da distância, da inevitável perda física. Às que odiamos muito até podemos nem pedir para ser não sermos esquecidos mas estamos certos de que se elas se esquecerem de nós, perdemos o objecto do ódio e depois? Valerá mesmo a pena odiar sozinho quem nem se lembra de nós? Perda de tempo, ocupação desnecessária de gavetas que podiam estar encravadas com memórias boas.

Se há filme que me marcou neste sentido foi o "Eternal Sunshine of the Spotless Mind" ("Despertar da Mente", em português) pois aborda de uma maneira sublime e extremamente bela a ideia do facilitismo aparente do esquecimento. Se no início do filme estamos desejosos de que aquele método de cura para o coração partido seja real, no fim, damos por nós a viver as “dores” de Joel, a torcer pela sua escapatória à ruína das ternas memórias que tem com Clementine, a miúda do cabelo azul que fez o que ele não foi capaz de fazer: esqueceu-o. O ser humano tem destas coisas, na hora de esquecer agarra-se ao mau, às lágrimas, às discussões, alimenta ódios e raivas ignorando por completo que a melhor maneira de se superar algo (um amor, uma morte, etc.) é deixar que as memórias boas se instalem, ocupem lugar, curem, libertem.

A memória do aroma do sabonete da mãe far-nos-á para sempre usar essa marca lá por casa. Ouvir uma música por acaso e jurar que se sentiu a presença da pessoa com quem a ouvíamos. As fotos engalanadas com sorrisos, belas paisagens ou até um postal tornam-se eternas pois materializam o que “cá dentro” aconteceu. Saramago disse e com razão que “Somos a memória que temos e a responsabilidade que assumimos. Sem memória não existimos, sem responsabilidade, talvez não mereçamos existir”. Sou por isso responsável pelos que faço existir em mim, simplesmente, não os esquecendo."

Bruno Marques, P3

Lembrete: amo-te!


"A linguagem do coração é geralmente muito repetitiva. O vocabulário não tem grandes segredos quando se trata de mostrarmos a paixão e o amor que nos invade. Abrir o coração não é fácil, mas, quando acontece, esqueçam a parte de esmiuçar em palavras o que lá vai dentro. Porque a forma de o expressar, a falar e a escrever, não anda longe das repetições de tantos outros casos semelhantes. Repetitiva, embora de significado distinto, dependendo do protagonista.

O coração tem uma linguagem simples, de fácil compreensão, mesmo depois daquele ar parvinho ao pronunciarmos cada palavra. Escrever as palavras do coração torna-se mais fácil porque na maior parte das ocasiões não observamos ou somos observados nas nossas reacções e expressões enquanto o fazemos. Falado ou escrito, o sentimento está presente. Sem segredos. Como as palavras não têm segundas intenções.

Algumas delas poderão começar a ficar gastas, talvez até banalizadas. Podem mesmo surgir algumas queixas de que estamos constantemente a utilizá-las. Chamados de melosos, varridinhos das ideias, porque recorremos à mesma fórmula de demonstrar amor. Vários autos são levantados contra o uso do “amo-te”. Por soar assim a uma piroseira pegada, por não sabermos usar uma qualquer outra expressão. Mas o “amo-te” nunca passará a banal. Nunca cairá em desuso. Jamais será considerado um excesso linguístico.

Em matéria de coração, o melhor é repetir vezes sem conta a mensagem, ao melhor jeito redundante da linguagem publicitária. O que vem do coração é genuíno, único, despertado pelas melhores sensações. Não pode ficar por dizer. E deve ser dito vezes sem conta. Sempre que sentimos o aconchego quentinho da casa onde habitamos e a ebulição bem lá no fundo. Guardar é um lugar sem espaço quando a vida, tal e qual a conhecemos, pode terminar ao virar da esquina. Quando aquele momento pode ser o último.

Em cada oportunidade que o destino conceda, entre um beijo demorado e a tranquilidade de um abraço, devemos aproximar-nos devagarinho do ouvido, dizendo bem baixinho, numa só palavra, tudo o que o coração sente mas não consegue falar. Seja “amo-te” ou todas as demais variantes da linguagem do coração.

Se tivesse a possibilidade de colocar uma imensidão de lembretes em toda a parte, escreveria em cada um deles: “amo-te!”. Para ninguém se esquecer de o dizer sempre que o coração quer sair pela boca, nos momentos únicos de algo tão especial. Por muito que soe a repetitivo, piroso, "démodé"."

Bruno Marques, P3

sábado, 19 de outubro de 2013

Verdadeiro amor

" ... e durante a conferência, levantou-se um homem, alto, magro, cabelo branco, com um brilho nos olhos, encheu o peito de ar e perguntou "e o verdadeiro amor? o que me pode falar sobre ele?". A arritmia apoderou-se de mim, a respiração faltou-me e as lágrimas encheram-se nos meus olhos.  Vieram à minha memória todos os momentos passados com o meu grande amor, aquele rapaz com quem fiz planos de viver, com quem fiz planos de ter filhos e netos, com quem passei grandes aventuras, por quem chorei, por quem sorri, com quem um dia parecia uma hora.. Esse rapaz estava à minha frente, mais velho, cabelo branco e acabava de me fazer uma pergunta. Eu respondi:
"O verdadeiro amor é o melhor que podemos ter na vida, é aquele que nos faz percorrer montanhas e vales, que nos faz abraçar com toda a força, que nos faz acarinhar sem querer algo em troca, é aquele q nos faz tremer e chorar quando as coisas estão menos bem; não é apenas aquele que nos faz ficar com uma impressão na barriga, aquele que nos faz acelerar o batimento cardíaco, é mais do que isso.. o verdadeiro amor é perdoar quando o outro nos magoa, nos diz coisas feias e frias que nos ferem, o amor verdadeiro é aquele que não olha aos defeitos mas às qualidades, o amor verdadeiro é aquele que faz com que a outra pessoa seja para nós a melhor de toda, mesmo não sendo.. O amor verdadeiro não se importa com as olheiras, nem com as borbulhas.. O amor verdadeiro é aquele que protege mesmo estando chateado. O amor verdadeiro dói.. Não é fácil, implica, por vezes, colocar a vontade, o "acho", o "quero" no chão e tomar a vontade do outro; mas vale a penas vivê-lo! Vale mesmo a pena!! O verdadeiro amor foi aquele.. que vivi contigo""

A saudade do tempo

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Não perdi nada, apenas..

"... E de novo acredito que nada do que é importante se perde verdadeiramente. Apenas nos iludimos, julgando ser donos das coisas, dos instantes e dos outros. Comigo caminham todos os mortos que amei, todos os amigos que se afastaram, todos os dias felizes que se apagaram. Não perdi nada, apenas a ilusão de que tudo podia ser meu para sempre." - Miguel Sousa Tavares.

Sei de cor..

"Sei de cor cada lugar teu
Atado em mim, a cada lugar meu
Tento entender o rumo que a vida nos faz tomar
Tento esquecer a mágoa
Guardar só o que é bom de guardar
Pensa em mim protege o que eu te dou
Eu penso em ti e dou-te o que de melhor eu sou
Sem ter defesas que me façam falhar
Nesse lugar mais dentro
Onde só chega quem não tem medo de naufragar
Fica em mim que hoje o tempo dói
Como se arrancassem tudo o que já foi
E até o que virá e até o que eu sonhei
Diz-me que vais guardar e abraçar
Tudo o que eu te dei
Mesmo que a vida mude os nossos sentidos
E o mundo nos leve pra longe de nós
E que um dia o tempo pareça perdido
E tudo se desfaça num gesto só
Eu Vou guardar cada lugar teu
Ancorado em cada lugar meu
E hoje apenas isso me faz acreditar
Que eu vou chegar contigo
Onde só chega quem não tem medo de naufragar
Mesmo que a vida mude os nossos sentidos
E o mundo nos leve pra longe de nós
E que um dia o tempo pareça perdido
E tudo se desfaça num gesto só
Eu Vou guardar cada lugar teu
Atado em cada lugar meu
E hoje apenas isso me faz acreditar
Que eu vou chegar contigo
Onde só chega quem não tem medo de naufragar"

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

“Não eram um casal perfeito, daqueles de cinema. Brigavam muito, ficavam um tempo sem se falar e nesse intervalo ainda rolava uma guerra de indiretas, cada um querendo ser o dono da verdade. Mas no fundo eles sabiam que tudo era joguinho bobo de orgulho, e que por trás das caras fechadas e bicos não se aguentavam de saudade. Tudo bem se eles passavam uma imagem de cão e gato, mas uma coisa é certa… Eles se amavam mais do que qualquer coisa.”

Caio Abreu

terça-feira, 6 de agosto de 2013

"I love you, but don't touch me"

"Ninguém disse que ter um relacionamento é fácil, é certo. Claro que é mais seguro falar com alguém por chat do que cara a cara, mas isso também contribui para um alienamento da realidade e uma alteração radical da dinâmica das relações sociais e íntimas. É preciso ter estofo para dizer a alguém, olhos nos olhos, que se ama, ou que nos faz falta, claro que é. Mas também não é isso que dá sabor à vida? Pessoalmente, prefiro bater com a cabeça uma série de vezes, errar, aprender e seguir em frente, manifestar o meu amor e afeto mil vezes se for preciso, do que viver uma vida insípida, feita de sentimentos vazios."

Mafalda Santos, Expresso

Um pedido

Amigo, te peço: não espere que ela esteja por um fio. Entende o que é por um fio? Eu me pergunto por que as pessoas precisam estar a um passo de perder alguém para realmente se darem conta do valor dela. E eu nunca acho resposta. Talvez seja o próprio medo da perda que amplifique o tamanho de algumas. Talvez seja a vida tentando mostrar que não será a mesma sem aqueles sorrisos, aquela presença, aquela diferença. Talvez seja a falta de saber ficar sozinho que desespera quem está prestes a ficar assim.
Esqueça as outras meninas que nunca fizeram sentido e não importaram. Esqueça as noites mal dormidas com pessoas vazias e de papel que se desmanchavam ao chegar do dia. Eu estou falando da que realmente importa, da que faz diferença. Daquela que, quando tudo parece que vai desabar, é para os braços dela que você corre. É quem você pergunta como foi o dia, pra quem você quer contar como foi o seu.
É ela. E você sabe.
Seja cauteloso e pense bem. Não faça nada impensado. Aliás, faça. Saia de casa agora e vá atrás dela. É! Vai! Eu posso passar a tarde inteira enumerando motivos, razões, conselhos e outras bobagens que podem entrar por um ouvido seu e sair pelo outro. Mas que, de verdade, espero que saiam da minha boca para tocar diretamente no seu coração. A gente perde muito tempo com quem não gosta tanto assim, tanto num sentimento de você para com a pessoa quanto de volta. Resumindo, vive uma falta de recíproca absurda.
Falo contigo agora, amigo, porque vejo que ela se colocou em suas mãos. Vejo que ela selou o destino e não quer ninguém além de você. Ela é sua. Tão difícil pensar que alguém está entregue assim, não é? Talvez, quando a gente se dá também assim, consegue se mensurar que dá pé o amor – ainda que todo amor não tenha fundo e seja preciso mergulhar. Quantos segundos você aguenta sem respirar? Quantas vezes você consegue abrir o olho embaixo d’água? Quão longe você acha que pode ir nadando?
E quanto você é capaz de ficar sem ela?
É apenas um pedido: não a deixe se distanciar e ficar à perigo. Não a perca. Não dê esse mole, essa chance pro azar. Já disse que ela é sua, mas não brinque de deixá-la solta. Sempre pode aparecer alguém para pegar o que a gente deixa de lado. Agarre-a. Mais forte que o abraço apaixonado que já presenciei entre vocês. Beije-a. Mais vezes do que todas as vezes que beijou na vida. Declare-se. Só que não apenas com palavras.
Ame-a. Mais do que ela acha que é possível o amor amar.
(Gustavo Lacombe)

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

'Para Sempre'


Finalmente percebi o significado do 'Para Sempre'. Ultimamente esta expressão tem sido poupada e guardada pelas dificuldades que aparecem pelo caminho. Toda a gente vê-lo pelo lado positivo mas o 'Para Sempre' negativo é de facto muito complicado de se cumprir, o 'Para Sempre' implica a partilha de tudo, não só da alegria mas essencialmente dos medos, dos problemas, dos fracassos. Hoje, numa vinda ao hospital, deparei-me com uma evasão de idosos acamados. Tive a infeliz oportunidade de acompanhar alguns e deparo-me com o 'Para Sempre' de uma forma mais medonha, assustadora mas bela ao mesmo tempo. Vejo um casal que pelo aspecto tem mais de 60 anos de casados. O marido estava com uma bomba de ar e a sua esposa ao seu lado chorava desalmadamente, enxugava as lágrimas com um lenço de papel e olhava para o seu homem que ali estava deitado, magro e dependente de uma bomba de ar. Olhei mais para o lado e estava um senhor de lenço na mão a a segurar toda a expectoração expelida pela sua esposa. Esta mulher ao chegar ao hospital tinha um olhar fixo, fixava um ponto no tecto, como se estivesse à espera da sua morte. Voltei a olhar mais para o lado e estava uma mulher sozinha, acamada, gravemente doente, o seu 'Para Sempre' não tinha durado o suficiente para ter o seu marido ao seu lado e ali pousava sozinha e triste. O 'Para Sempre' dói, então nos ultimos anos de vida, dói imenso! Oiço "Sempre sonhei em chegar a esta idade e passar a vida a passear e a cuidar dos meus netos com a minha mulher." O 'Para Sempre' precisa de duas pessoas guerreiras, dispostas a aguentar tudo. Conclui, através daqueles dois testemunhos, que o 'Para Sempre' implica suportar o vomitado do outro, acariciar mesmo na pior situação e em casos mais tristes cuidar dele até ao fim. Agora sim, percebo porque é o 'Para Sempre' tem vindo a desaparecer.

A Good Strange Love :)

Ensinas-me sempre alguma coisa, tens sempre uma moral escondida que invade o meu ser...
A leitura das tuas palavras é um toque sedoso que inunde a vida de alegria, imaginação, factor, ficção, realidade, whatever. Fazes-me sentir feliz quando te pego e te folheio...
Fazes-me sentir capaz de sonhar, de fechar os olhos e ouvir, cheirar, ver uma realidade diferente à minha mas em tudo semelhante.
Nos dias de sono, se chuva, ao pé da lareira, ao sol, na sombra, na praia.. tu acompanhas-me e invades a minha consciência!
Obrigada meu livrinho por estares sempre comigo <3 nbsp="">

Pffff

Tinha 16 anos quando escrevi este pequeno diálogo e guardei nos rascunhos.

- Hey!!! Look there! Who's she?
- I don't know, maybe a usual little girl..
- No, she's special... Look her smile and her blue eyes..
- So? She is usual.
- Don't she is. She's different- What´s her name?

Hoje, com quase 20, fiz uma limpeza (há coisas escritas do arco da velha) aos 'posts' e deparei-me com este rascunho e a minha resposta imediata foi:

Ahahahha, tão ingénua Clarinda, as coisas não são assim!!! :D

Baahhhh

Estúpida e patética sociedade! Quem disse que vivemos livres? Compramos demasiada roupa porque "parece mal usar os mesmos sapatos durante uma semana"; a sociedade impõe-nos regras e burocracias estúpidas sem nexo nenhum! Como é q nos podemos considerar livres quando nos sujeitamos à socieadade, às suas imposições? Estamos simplesmente amarrados a burocracias. Sujeitamo-nos a opiniões alheias para sermos aceites, sujeitamo-nos a modas porque temos que fazer "boa figura". E a nossa opinião não conta? Se quisermos gritar, se quisermos expressar a nossa opinião somos estupidamente censurados! Afinal, onde está a liberdade de expressão? Foi por isso que os homens da minha família lutaram no 25 de Abril!
Somos escravizados por uma sociedade cheia de achos e opiniãos não fundamentadas. Que nojo!
A ambição do dinheiro veio quebrar valores, o consumismo veio "abafar" o sentimento e/ou a demonstração do mesmo!

To be continued..

Os apaixonados...



Sometimes..

terça-feira, 21 de maio de 2013

Um conto

Vale a pena ser princesa e esperar pelo seu príncipe. Não, ele não vem num cavalo branco nem vestido com um fato todo XPTO, vem da sua forma mais simples e fantástica. Ele não vem a dizer quem ele é, ele começa como nosso amigo, nosso conselheiro e quando damos por nós apercebemo-nos que ele é o nosso Tarzan, o nosso D'Artagnan.. E viver com um príncipe é o melhor que podemos ter na vida, concluímos que valeu a pena aquele tempo à espera dele e não o queremos perder... A vida pode ser um conto de príncipes e princesas quando entram as melhores pessoas na nossa vida :)

segunda-feira, 15 de abril de 2013